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Mostrando postagens de janeiro, 2016

Vou mudar a minha filha de escola

Não fazem dois meses que eu havia postado sobre a minha d ecisão de não mudar minha filha de escola.  No entanto, mudei definitivamente de ideia. Minha crença é de que até os 7 anos de idade a criança precisa ter, inclusive no ambiente escolar, liberdade para brincar, ser criança, sem o foco apenas no aspecto intelectual. Ou seja, a pré-escola não seria um modelo de escolarização adaptado aos pequenos. Ao contrário, seria um espaço totalmente diferenciado em que o lúdico ocupa um relevante espaço. Isso não significa que a criança não seria estimulada nos aspectos cognitivo e motor, significa apenas que esse desenvolvimento intelectual e psicomotor em que a escola exerce um importante papel seria permeado por brincadeiras e ludicidade. Além disso, também acredito que seja mais adequado para crianças pequenas um ambiente escolar reduzido, voltado somente para a educação infantil. Mas isso não basta. Esse lugar deve ter professoras e assistentes não apenas bem capacitadas e treina...

Gramado

Gramado foi um daqueles destinos para onde eu ansiava ir há tempos, até bem antes de minha filha nascer. Quando eu mencionava que iria para esse destino, invariavelmente as pessoas suspiravam e diziam que eu iria amar! Além disso, há vários blogs que mencionam o destino como algo maravilhoso. Então, aterrissei em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com altas expectativas. E me frustrei... Primeiramente, porque acredito que esse estilo de viagem de programar passeios diários, ainda que para atrações consideradas infantis, como o Mini Mundo e as várias fábricas de chocolate, seja cansativo e não muito atrativo - como eu imaginava que seria - para uma criança de 3 anos. Com o decorrer das horas, fui percebendo isso e pensando em como seria melhor termos ido a um Resort no Nordeste... Em 3 dias de viagem, visitamos: Mini Mundo, Avenida das Hortênsias, Avenida Borges de Medeiros, Rua Coberta, Lago Negro, Le Jardin - Parque de Lavanda e, em Canela, o Parque do Caracol e o  Parques da S...

Procurando soluções para as minhas dificuldades e limitações nos estudos

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Fonte: http://esquemaria.com.br/organizacao-estudos/ O que está sendo mais difícil para mim nessa jornada de preparação para concursos públicos é reservar um tempo diário e regular de estudo para concursos. Eu realmente estou à fim de entrar em AÇÃO, de colocar a bunda na cadeira e estudar, mas sou freqüentemente interrompida pelos compromissos da vida. Vejamos. Minha faculdade vai de 8 às 11h da manhã. De acordo com minha decisão de deixar a minha filha menos tempo na creche, eu teria "livre" de 11h às 15h30 (4h30). "Uau! 4h30 para estudar por dia!" #sqn Costumo usar esse período para almoçar, praticar atividades físicas, fazer pé e mão, fazer escova no cabelo, fazer terapia, resolver alguma pendência em casa ou na rua, ir a uma consulta médica, entre outros. Eu quero levar os estudos para concurso a sério, mas não vou abrir mão desses cuidados. O que posso fazer é ter foco e não perder tempo demais com essas atividades. Eu faço unha, por exemplo, apenas de...

2016: dividida entre a maternidade e os estudos

Antes de ter minha filha e já servidora pública ocupando um cargo de nível médio que pagava razoavelmente bem, eu "estudava" para concursos de qualquer área de formação. Mas eu não tinha verdadeira motivação para estudar para eles pois não me identificava com as atribuições do cargo... E apenas a boa remuneração não era suficiente para me motivar. Além disso, só fui saber claramente o que queria da minha vida depois que minha filha nasceu. E eu queria fazer Direito! Aos 29 anos, estou cursando minha segunda graduação em Direito e f#-se que é na particular. Estou gostando muito do curso, certa da decisão que tomei. Para isso, tirei uma licença sem remuneração válida por 3 anos. Agora faltam apenas dois! 2015 não foi exatamente um ano "produtivo" em termos de estudo para concurso, mas um ano "sabático" em que, além de ir e estudar para as provas da faculdade, pude ter tempo para elaborar algumas pendências da minha vida e, francamente, aproveitar para ex...

Ah... a maturidade

Texto escrito originalmente em 22 de julho de 2014 Livros de auto-ajuda são um passatempo. Se forem bons, levam-me à reflexão e ao autoconhecimento. Porém eles não me ensinam a ser uma mulher madura. A vida, as experiências pelas quais passo na vida sim. Quando tive a minha filha, senti-me como uma criança cuidando de outra. Completamente despreparada para ser mãe, inexperiente de prática e de espírito. E esse quadro abalou muito a minha autoestima. Desesperada, lia mais e mais artigos, tentando adquirir competências rapidamente: como trocar a fralda, como segurar um bebê, como dar banho, como vestir a roupinha, como fazer o bebê dormir, como decifrar o choro do bebê. Hoje a minha filha tem um ano e meio. E continuo imatura, talvez um pouco menos. Estamos vivendo uma outra fase, em que estou passando para a minha filha noções do que é certo e errado. Seria tudo muito simples se ela, prontamente, aceitasse a informação que lhe passo. Mas ela não aceita, testa meus limites, esperneia, ...