Gramado
Gramado foi um daqueles destinos para onde eu ansiava ir há tempos, até bem antes de minha filha nascer. Quando eu mencionava que iria para esse destino, invariavelmente as pessoas suspiravam e diziam que eu iria amar! Além disso, há vários blogs que mencionam o destino como algo maravilhoso. Então, aterrissei em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com altas expectativas. E me frustrei...
Primeiramente, porque acredito que esse estilo de viagem de programar passeios diários, ainda que para atrações consideradas infantis, como o Mini Mundo e as várias fábricas de chocolate, seja cansativo e não muito atrativo - como eu imaginava que seria - para uma criança de 3 anos. Com o decorrer das horas, fui percebendo isso e pensando em como seria melhor termos ido a um Resort no Nordeste... Em 3 dias de viagem, visitamos: Mini Mundo, Avenida das Hortênsias, Avenida Borges de Medeiros, Rua Coberta, Lago Negro, Le Jardin - Parque de Lavanda e, em Canela, o Parque do Caracol e o Parques da Serra - bondinhos aéreos.
Em segundo lugar, cito a gastronomia como o que mais me decepcionou. As duas avenidas mencionadas - das Hortências e Borges de Medeiros - são tão ricas em restaurantes como em pega-turistas: aqueles caras que ficam do lado de fora do restaurante fazendo propaganda e convidando você para entrar. Se fôssemos julgar pelas fachadas, os restaurantes teriam comidas deliciosas. Mas não é bem assim. É preciso meio que escolher a dedo para não errar. Além disso, achei os valores MUITO caros. Paga-se caro por uma comida ruim e mais caro ainda por uma comida boa. Fomos aos seguintes restaurantes: de todos, os que achei melhor em termos de custo-benefício foram o Restaurante Ritta Hoppner e o Caracol Gourmet (Rua Coberta)
Em terceiro lugar, achei longe o percurso entre Porto Alegre e Gramado, totalizando uma viagem de carro em torno de 2h. Nem consegui aproveitar a tal Rota Romântica, pois fiquei tonta de tantas curvas que a estrada tem. Mas eu tenho facilidade mesmo de ficar tonta...
Como pontos positivos, cito a segurança e a limpeza da cidade, aspectos convidativos para uma caminhada noturna. Também menciono a cordialidade dos gramadenses, a melhor de todas as poucas cidades que já visitei Brasil afora. Chamou-me a atenção - e faço questão de destacar - a cordialidade inclusive com as crianças, sem afetação nem "forçação" de barra. Também fiquei bastante satisfeita com o hotel onde fiquei hospedada: o Ritta Hoppner.
Fui neste mês e tive a sorte de pegar sol durante a semana inteira e, mesmo os termômetros acusando 30ºC, achei bastante agradável, tanto dia como noite. Não fomos atrapalhados pela chuva e pude perceber que a cidade, obviamente, é mais bem preparada para os dias chuvosos, a dizer pela decoração dos restaurantes e pelos produtos vendidos nas lojas - muitos de inverno.
Voltaria?
Sim, porém com minha filha maior e curtindo mais os passeios.
O que faria diferente?
- Iria em novembro para aproveitar as atrações e a decoração do Natal Luz.
- Hospedaria-me num Chalé com piscina privativa do Ritta Hoppner.
- Jantaria no fondue no Maison de la fondue.
- Almoçaria no Sabor Rural.
- E tentaria visitar uma das seguintes atrações: http://www.cafeviagem.com/serra-gaucha-feriado/.
Primeiramente, porque acredito que esse estilo de viagem de programar passeios diários, ainda que para atrações consideradas infantis, como o Mini Mundo e as várias fábricas de chocolate, seja cansativo e não muito atrativo - como eu imaginava que seria - para uma criança de 3 anos. Com o decorrer das horas, fui percebendo isso e pensando em como seria melhor termos ido a um Resort no Nordeste... Em 3 dias de viagem, visitamos: Mini Mundo, Avenida das Hortênsias, Avenida Borges de Medeiros, Rua Coberta, Lago Negro, Le Jardin - Parque de Lavanda e, em Canela, o Parque do Caracol e o Parques da Serra - bondinhos aéreos.
Em segundo lugar, cito a gastronomia como o que mais me decepcionou. As duas avenidas mencionadas - das Hortências e Borges de Medeiros - são tão ricas em restaurantes como em pega-turistas: aqueles caras que ficam do lado de fora do restaurante fazendo propaganda e convidando você para entrar. Se fôssemos julgar pelas fachadas, os restaurantes teriam comidas deliciosas. Mas não é bem assim. É preciso meio que escolher a dedo para não errar. Além disso, achei os valores MUITO caros. Paga-se caro por uma comida ruim e mais caro ainda por uma comida boa. Fomos aos seguintes restaurantes: de todos, os que achei melhor em termos de custo-benefício foram o Restaurante Ritta Hoppner e o Caracol Gourmet (Rua Coberta)
Em terceiro lugar, achei longe o percurso entre Porto Alegre e Gramado, totalizando uma viagem de carro em torno de 2h. Nem consegui aproveitar a tal Rota Romântica, pois fiquei tonta de tantas curvas que a estrada tem. Mas eu tenho facilidade mesmo de ficar tonta...
Como pontos positivos, cito a segurança e a limpeza da cidade, aspectos convidativos para uma caminhada noturna. Também menciono a cordialidade dos gramadenses, a melhor de todas as poucas cidades que já visitei Brasil afora. Chamou-me a atenção - e faço questão de destacar - a cordialidade inclusive com as crianças, sem afetação nem "forçação" de barra. Também fiquei bastante satisfeita com o hotel onde fiquei hospedada: o Ritta Hoppner.
Fui neste mês e tive a sorte de pegar sol durante a semana inteira e, mesmo os termômetros acusando 30ºC, achei bastante agradável, tanto dia como noite. Não fomos atrapalhados pela chuva e pude perceber que a cidade, obviamente, é mais bem preparada para os dias chuvosos, a dizer pela decoração dos restaurantes e pelos produtos vendidos nas lojas - muitos de inverno.
Voltaria?
Sim, porém com minha filha maior e curtindo mais os passeios.
O que faria diferente?
- Iria em novembro para aproveitar as atrações e a decoração do Natal Luz.
- Hospedaria-me num Chalé com piscina privativa do Ritta Hoppner.
- Jantaria no fondue no Maison de la fondue.
- Almoçaria no Sabor Rural.
- E tentaria visitar uma das seguintes atrações: http://www.cafeviagem.com/serra-gaucha-feriado/.
Comentários
Postar um comentário