Vou mudar a minha filha de escola
Não fazem dois meses que eu havia postado sobre a minha decisão de não mudar minha filha de escola. No entanto, mudei definitivamente de ideia.
Minha crença é de que até os 7 anos de idade a criança precisa ter, inclusive no ambiente escolar, liberdade para brincar, ser criança, sem o foco apenas no aspecto intelectual. Ou seja, a pré-escola não seria um modelo de escolarização adaptado aos pequenos. Ao contrário, seria um espaço totalmente diferenciado em que o lúdico ocupa um relevante espaço. Isso não significa que a criança não seria estimulada nos aspectos cognitivo e motor, significa apenas que esse desenvolvimento intelectual e psicomotor em que a escola exerce um importante papel seria permeado por brincadeiras e ludicidade.
Além disso, também acredito que seja mais adequado para crianças pequenas um ambiente escolar reduzido, voltado somente para a educação infantil. Mas isso não basta. Esse lugar deve ter professoras e assistentes não apenas bem capacitadas e treinadas - e remuneradas -, mas, sobretudo, amorosas. Os pequenos precisam, em primeiro lugar, de afeto, não de aulas precoces de matemática ou informática para bem se desenvolver cognitivamente no futuro e obterem o tão necessário e desejado sucesso nesse mercado competitivo de trabalho. O afeto da família, da mãe, do pai é fundamental. Mas o afeto também no ambiente escolar favorece o aprendizado.
A escola em que minha filha está é de pequeno porte, voltada apenas para a educação infantil. Como já mencionei anteriormente existem pontos positivos e negativos. Porém, de lá para cá, comecei a ter um novo olhar sobre a escola, talvez pelo fato de a minha filha ter novas exigências também, de modo que a lista dos contras aumentou bastante e a dos prós ficou estagnada.
Para além daquelas desvantagens já mencionadas, cito a precária capacitação e remuneração daqueles que são os recursos mais valiosos em toda a escola: o corpo docente, formado pelas professoras e assistentes. Embora seja uma escola cara, o corpo docente claramente não acompanha esse patamar. Talvez por isso a rotatividade seja tão elevada.
Aliás, nós, como pais, não somos avisados quando alguém que até então fazia parte do cotidiano da nossa filha na escola simplesmente, de um dia para o outro, muda de sala ou até mesmo sai da escola. Isso já aconteceu inúmeras vezes, inclusive com a coordenadora pedagógica! Eu tive que pessoalmente ir na secretaria perguntar porque ela não estava mais na escola, quando fui informada de que estava doente. Eu pensei que seria algo passageiro, que ela iria voltar, mas não retornou e, mais tarde, para a minha surpresa, uma nova coordenadora estava sentada na mesa e eu nem sabia o seu nome.
Isso não é flexibilidade! Isso é desorganização da escola e descaso com os pais de alunos. Em relação especialmente às assistentes revela uma falta de seleção cuidadosa dos profissionais. É toda a hora um profissional tapando o buraco de outro, como se a criança não desenvolvesse qualquer tipo de vínculo e como se essas mudanças repentinas não mexessem com o psicológico das crianças e dos pais. A escola parece tratar essa rotatividade como algo normal e é justamente isso que me preocupa.
Um outro aspecto que tem me incomodado sobremaneira é a escola apresentar uma mesma proposta pedagógica para crianças de até 3 anos que ficam meio período e outra para alunos integrais. A escola procura atender de maneira igual a duas demandas que possuem exigências bem diferentes uma da outra de modo que uma criança integral tem seu cotidiano desenhado igual a de uma criança que fica meio período com a diferença de ser algo dobrado. Obviamente, nesse desenho, a criança integral sai perdendo e não quero dizer que, para ser bom, deveriam ser incluídas mais atividades, mas que as atividades deveriam ser pensadas globalmente e não meramente replicadas no turno seguinte. Uma criança inserida em uma proposta integral tem necessidades diferentes daquela que fica apenas meio período e a escola ignora esse fato.
A partir dos 3 anos, as escolas procuram, de modo geral, atender às duas demandas (meio período e integrais) estendendo o período de permanência na escola com atividades complementares, tais como inglês, balé, judô, entre outros. Claro que é uma maneira produtiva de ocupar o tempo, mas podemos correr o risco de encher muito cedo nossos pequenos de atividades, quando, na verdade, eles precisam de tempo disponível e de espaço adequado para serem crianças.
Essa escola em que vou matricular a minha filha oferece apenas a proposta integral (de 8h às 16h), em que todas as atividades são pensadas globalmente para uma determinada faixa etária, com uma distribuição mais equilibrada de tarefas, inclusive com a previsão de intervalos. E isso, com certeza, torna a rotina mais interessante e menos cansativa para a criança inserida no contexto integral.
Aliás, a nova escola tem uma rotina muito bem definida - não rígida - do que a criança vai fazer, o que me traz tranqüilidade. A ideia é ter a ludicidade e o aprendizado dentro de um nível adequado de organização e planejamento. Esse aspecto sempre foi uma lacuna na atual escola da minha filha, em que eu nunca sabia o que ela iria fazer durante o dia, especialmente nos horários de "plantão"(só utilizados pelas crianças em período integral). Sempre pairava sobre mim aquela dúvida: "o que minha filha deve estar fazendo agora? Será que está fazendo algo interessante ou apenas ouvindo as assistentes conversarem sobre seus próprios problemas ou fofocarem da vida dos outros?".
À medida que minha filha cresce, observo-a chegando da escola tendo aprendido frases, expressões e maneirismos das pessoas com as quais convive na escola - que eu não ensinei e, muitos dos quais, gostaria que nem tivesse aprendido -, em vez de ter aprendido algo bom ou mesmo de ter simplesmente brincado e sido feliz. E, cá para nós, não coloquei a minha filha na escola para que os valores pessoais (ou a falta deles) e o jeito de ser das pessoas que ali trabalham tenham um peso grande na sua formação, como sinto que vem tendo. Como disse, o corpo docente da escola não é bem treinado nem bem remunerado, desconheço como é selecionado e o que percebo, infelizmente, é que muitas nem gostar de crianças gostam, estão ali apenas porque precisam do emprego.
Resumidamente, creio que a falta de um planejamento e de uma organização mais consistente, longe de trazer as desejáveis leveza e liberdade para o ambiente escolar, acaba, na verdade, criando espaços pouco edificantes para as crianças, em que elas ficam "à toa" e à mercê da boa - ou da má - vontade das assistentes, especialmente nos períodos de plantão. Essa falta de uma olhar atento e cuidadoso para as crianças durante o período de plantão por parte da escola é mais um descaso, o que para mim foi a gota d'água para decidir mudar a minha filha de escola.
Eu demorei muito a querer enxergar esses problemas porque, na verdade, a escola é tida como uma boa escola e muito cômoda para mim em termos de localização, mas, sobretudo, porque eu achava que minha filha estava bem e que algumas queixas dela faziam parte. Mas agora que vou mudar a minha filha de escola poderei observar o que ela estará trazendo do ambiente escolar não só para a casa, mas também para a vida dela. E creio que ela trará muito mais coisas positivas e edificantes do que vem trazendo da atual escola, em que o sistema de plantão, muito infelizmente, parece mais um depósito de crianças. Não é à toa que quando vou buscá-la sinto estar resgatando-a. Que sentimento terrível!
Finalmente, gostaria de destacar a diferença brutal dos espaços físicos entre ambas as escolas. Desde que me conheço por mãe, acho inadequado o espaço físico da atual escola da minha filha: salas pequenas e apertadas, ausência de espaços verdes, parquinho no subterrâneo, no escuro, sem a luz do sol. Que um bebê não precise de um espaço tão amplo eu concordo, mas já não posso dizer o mesmo de uma criança de 3 anos, especialmente da minha filha que é bastante ativa e gosta muito de se movimentar, como qualquer criança saudável, eu acredito. A nova escola possui salas amplas, bem visíveis, claras e salas específicas para serem desenvolvidas cada atividade: inglês, música, circo, artes plásticas, leitura, soneca. Aliás, acho difícil a minha filha gostar de leitura na atual sala de leitura da escola dela: pequena, escura, no subterrâneo, um lugar decididamente não convidativo para a prática. Que vergonha! Uma escola tão cara... Isso, na verdade, só reflete a má qualidade da educação disponível.
Falando francamente, os reais motivos que me levaram a não mudar de escola antes foram:
1) comodismo: é mais fácil deixar tudo do jeito que está quando as coisas estão caminhando aparentemente bem.
2) insegurança: eu não estava bem certa se essa mudança realmente seria melhor para a minha filha, eu não estava tão consciente das razões pelas quais estava querendo mudar minha filha e confesso que esse período de plantão, antes do início oficial das aulas, foi fundamental para eu clarear minhas ideias.
3) localização: a atual escola da minha filha é mais próxima de casa e do lado da minha faculdade. A outra é mais longe.
4) valor da mensalidade. A mensalidade da outra é mais cara, mas não TÃO mais cara.
5) amiguinhos da minha filha: ela estava bem enturmada com os amigos, mas, mesmo assim, alguns pais optaram por mudar seus filhos de escola, outros amiguinhos vão ficar em salas diferentes por decisão da própria escola e, sinceramente, nas férias percebi que esse grupo de crianças e pais que estava se formando não era tão coeso quanto eu imaginava.
6) o fato da nova escola ser de grande porte. Eu tinha esta ideia muito arraigada em mim: criança pequena deve ficar em escola pequena. E ainda penso assim. Mas... uma série de fatores deve ser levada em consideração e, na balança, decidi deixar esse de lado. Ainda sim porque achei que os espaços físicos e as propostas pedagógicas são bem diferenciados para cada idade, não havendo convivência direta entre eles.
Essas as reflexões. Agora, apenas com minha filha na nova escola terei condições de dizer até que ponto tudo isso impactará na vida dela. Estou apostando que será uma mudança positiva. Mudar o filho de escola é uma decisão que deve ser bem pensada porque é uma daquelas coisas que impactará na vida dele para sempre - para o bem ou para o mal.
Minha crença é de que até os 7 anos de idade a criança precisa ter, inclusive no ambiente escolar, liberdade para brincar, ser criança, sem o foco apenas no aspecto intelectual. Ou seja, a pré-escola não seria um modelo de escolarização adaptado aos pequenos. Ao contrário, seria um espaço totalmente diferenciado em que o lúdico ocupa um relevante espaço. Isso não significa que a criança não seria estimulada nos aspectos cognitivo e motor, significa apenas que esse desenvolvimento intelectual e psicomotor em que a escola exerce um importante papel seria permeado por brincadeiras e ludicidade.
Além disso, também acredito que seja mais adequado para crianças pequenas um ambiente escolar reduzido, voltado somente para a educação infantil. Mas isso não basta. Esse lugar deve ter professoras e assistentes não apenas bem capacitadas e treinadas - e remuneradas -, mas, sobretudo, amorosas. Os pequenos precisam, em primeiro lugar, de afeto, não de aulas precoces de matemática ou informática para bem se desenvolver cognitivamente no futuro e obterem o tão necessário e desejado sucesso nesse mercado competitivo de trabalho. O afeto da família, da mãe, do pai é fundamental. Mas o afeto também no ambiente escolar favorece o aprendizado.
A escola em que minha filha está é de pequeno porte, voltada apenas para a educação infantil. Como já mencionei anteriormente existem pontos positivos e negativos. Porém, de lá para cá, comecei a ter um novo olhar sobre a escola, talvez pelo fato de a minha filha ter novas exigências também, de modo que a lista dos contras aumentou bastante e a dos prós ficou estagnada.
Para além daquelas desvantagens já mencionadas, cito a precária capacitação e remuneração daqueles que são os recursos mais valiosos em toda a escola: o corpo docente, formado pelas professoras e assistentes. Embora seja uma escola cara, o corpo docente claramente não acompanha esse patamar. Talvez por isso a rotatividade seja tão elevada.
Aliás, nós, como pais, não somos avisados quando alguém que até então fazia parte do cotidiano da nossa filha na escola simplesmente, de um dia para o outro, muda de sala ou até mesmo sai da escola. Isso já aconteceu inúmeras vezes, inclusive com a coordenadora pedagógica! Eu tive que pessoalmente ir na secretaria perguntar porque ela não estava mais na escola, quando fui informada de que estava doente. Eu pensei que seria algo passageiro, que ela iria voltar, mas não retornou e, mais tarde, para a minha surpresa, uma nova coordenadora estava sentada na mesa e eu nem sabia o seu nome.
Isso não é flexibilidade! Isso é desorganização da escola e descaso com os pais de alunos. Em relação especialmente às assistentes revela uma falta de seleção cuidadosa dos profissionais. É toda a hora um profissional tapando o buraco de outro, como se a criança não desenvolvesse qualquer tipo de vínculo e como se essas mudanças repentinas não mexessem com o psicológico das crianças e dos pais. A escola parece tratar essa rotatividade como algo normal e é justamente isso que me preocupa.
Um outro aspecto que tem me incomodado sobremaneira é a escola apresentar uma mesma proposta pedagógica para crianças de até 3 anos que ficam meio período e outra para alunos integrais. A escola procura atender de maneira igual a duas demandas que possuem exigências bem diferentes uma da outra de modo que uma criança integral tem seu cotidiano desenhado igual a de uma criança que fica meio período com a diferença de ser algo dobrado. Obviamente, nesse desenho, a criança integral sai perdendo e não quero dizer que, para ser bom, deveriam ser incluídas mais atividades, mas que as atividades deveriam ser pensadas globalmente e não meramente replicadas no turno seguinte. Uma criança inserida em uma proposta integral tem necessidades diferentes daquela que fica apenas meio período e a escola ignora esse fato.
A partir dos 3 anos, as escolas procuram, de modo geral, atender às duas demandas (meio período e integrais) estendendo o período de permanência na escola com atividades complementares, tais como inglês, balé, judô, entre outros. Claro que é uma maneira produtiva de ocupar o tempo, mas podemos correr o risco de encher muito cedo nossos pequenos de atividades, quando, na verdade, eles precisam de tempo disponível e de espaço adequado para serem crianças.
Essa escola em que vou matricular a minha filha oferece apenas a proposta integral (de 8h às 16h), em que todas as atividades são pensadas globalmente para uma determinada faixa etária, com uma distribuição mais equilibrada de tarefas, inclusive com a previsão de intervalos. E isso, com certeza, torna a rotina mais interessante e menos cansativa para a criança inserida no contexto integral.
Aliás, a nova escola tem uma rotina muito bem definida - não rígida - do que a criança vai fazer, o que me traz tranqüilidade. A ideia é ter a ludicidade e o aprendizado dentro de um nível adequado de organização e planejamento. Esse aspecto sempre foi uma lacuna na atual escola da minha filha, em que eu nunca sabia o que ela iria fazer durante o dia, especialmente nos horários de "plantão"(só utilizados pelas crianças em período integral). Sempre pairava sobre mim aquela dúvida: "o que minha filha deve estar fazendo agora? Será que está fazendo algo interessante ou apenas ouvindo as assistentes conversarem sobre seus próprios problemas ou fofocarem da vida dos outros?".
À medida que minha filha cresce, observo-a chegando da escola tendo aprendido frases, expressões e maneirismos das pessoas com as quais convive na escola - que eu não ensinei e, muitos dos quais, gostaria que nem tivesse aprendido -, em vez de ter aprendido algo bom ou mesmo de ter simplesmente brincado e sido feliz. E, cá para nós, não coloquei a minha filha na escola para que os valores pessoais (ou a falta deles) e o jeito de ser das pessoas que ali trabalham tenham um peso grande na sua formação, como sinto que vem tendo. Como disse, o corpo docente da escola não é bem treinado nem bem remunerado, desconheço como é selecionado e o que percebo, infelizmente, é que muitas nem gostar de crianças gostam, estão ali apenas porque precisam do emprego.
Resumidamente, creio que a falta de um planejamento e de uma organização mais consistente, longe de trazer as desejáveis leveza e liberdade para o ambiente escolar, acaba, na verdade, criando espaços pouco edificantes para as crianças, em que elas ficam "à toa" e à mercê da boa - ou da má - vontade das assistentes, especialmente nos períodos de plantão. Essa falta de uma olhar atento e cuidadoso para as crianças durante o período de plantão por parte da escola é mais um descaso, o que para mim foi a gota d'água para decidir mudar a minha filha de escola.
Eu demorei muito a querer enxergar esses problemas porque, na verdade, a escola é tida como uma boa escola e muito cômoda para mim em termos de localização, mas, sobretudo, porque eu achava que minha filha estava bem e que algumas queixas dela faziam parte. Mas agora que vou mudar a minha filha de escola poderei observar o que ela estará trazendo do ambiente escolar não só para a casa, mas também para a vida dela. E creio que ela trará muito mais coisas positivas e edificantes do que vem trazendo da atual escola, em que o sistema de plantão, muito infelizmente, parece mais um depósito de crianças. Não é à toa que quando vou buscá-la sinto estar resgatando-a. Que sentimento terrível!
Finalmente, gostaria de destacar a diferença brutal dos espaços físicos entre ambas as escolas. Desde que me conheço por mãe, acho inadequado o espaço físico da atual escola da minha filha: salas pequenas e apertadas, ausência de espaços verdes, parquinho no subterrâneo, no escuro, sem a luz do sol. Que um bebê não precise de um espaço tão amplo eu concordo, mas já não posso dizer o mesmo de uma criança de 3 anos, especialmente da minha filha que é bastante ativa e gosta muito de se movimentar, como qualquer criança saudável, eu acredito. A nova escola possui salas amplas, bem visíveis, claras e salas específicas para serem desenvolvidas cada atividade: inglês, música, circo, artes plásticas, leitura, soneca. Aliás, acho difícil a minha filha gostar de leitura na atual sala de leitura da escola dela: pequena, escura, no subterrâneo, um lugar decididamente não convidativo para a prática. Que vergonha! Uma escola tão cara... Isso, na verdade, só reflete a má qualidade da educação disponível.
Falando francamente, os reais motivos que me levaram a não mudar de escola antes foram:
1) comodismo: é mais fácil deixar tudo do jeito que está quando as coisas estão caminhando aparentemente bem.
2) insegurança: eu não estava bem certa se essa mudança realmente seria melhor para a minha filha, eu não estava tão consciente das razões pelas quais estava querendo mudar minha filha e confesso que esse período de plantão, antes do início oficial das aulas, foi fundamental para eu clarear minhas ideias.
3) localização: a atual escola da minha filha é mais próxima de casa e do lado da minha faculdade. A outra é mais longe.
4) valor da mensalidade. A mensalidade da outra é mais cara, mas não TÃO mais cara.
5) amiguinhos da minha filha: ela estava bem enturmada com os amigos, mas, mesmo assim, alguns pais optaram por mudar seus filhos de escola, outros amiguinhos vão ficar em salas diferentes por decisão da própria escola e, sinceramente, nas férias percebi que esse grupo de crianças e pais que estava se formando não era tão coeso quanto eu imaginava.
6) o fato da nova escola ser de grande porte. Eu tinha esta ideia muito arraigada em mim: criança pequena deve ficar em escola pequena. E ainda penso assim. Mas... uma série de fatores deve ser levada em consideração e, na balança, decidi deixar esse de lado. Ainda sim porque achei que os espaços físicos e as propostas pedagógicas são bem diferenciados para cada idade, não havendo convivência direta entre eles.
Essas as reflexões. Agora, apenas com minha filha na nova escola terei condições de dizer até que ponto tudo isso impactará na vida dela. Estou apostando que será uma mudança positiva. Mudar o filho de escola é uma decisão que deve ser bem pensada porque é uma daquelas coisas que impactará na vida dele para sempre - para o bem ou para o mal.
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