Identidade na viagem
Uau... Tem quase seis meses que não escrevo aqui no blog. Se tem algo que eu faria voluntariamente, de graça, é escrever. Por isso, estou aqui.
Fui, pela segunda vez, a um mesmo resort de praia maravilhoso na Bahia. Ao contrário das minhas altas expectativas, dessa vez eu não gostei da experiência. Primeiro pela comida. Na viagem, eu perdi o tesão pela comida. Ver aquele tanto de comida me dava uma certa náusea e eu não queria saber de camarão nem de frutos do mar. Farofa de dendê passou longe. Tudo bem que o fato de eu ter me enchido de gases e ter passado um dia inteiro com a sensação de empachamento ajudou.
Depois pelo cansaço. Sonhei em poder relaxar por não ter que funcionar em uma grade horária, como acontece quando somos mães e estudamos ou trabalhamos. Simplesmente levantar e deitar de maneira mais livre, sem horário, sem ter que pegar carro, sem ter que fazer passeios. Achei que seria o máximo. Ocorre que eu não me adaptei ao colchão do quarto do primeiro ao último dia. Então, além da coluna dolorida, dormi mal e passei o dia inteiro cansada e bocejando. Juntava o calor escaldante com a rede, daí eu não tinha disposição para nada mesmo, a não ser me entregar ao pecado da preguiça. Abri o Instagram para quê? Só para ficar com vontade de estar na neve nos Alpes Franceses onde o Gustavo Cerbasi está passando as férias com a família.
Terceiro pela limpeza. A parte mais importante no quarto do hotel para mim é o banheiro. Ele precisa ser novo e limpo, o vaso sanitário precisa cumprir satisfatoriamente seu papel. Bem, o vaso era fraco e precisou ser desentupido 2x. Fico boba com a força de sução dos vasos sanitários nos Estados Unidos, eles sugam até a alma. Nos resorts, poderia ser assim. Além disso, certo dia, senti muito nojo quando vi uma barata grande morta em nosso quarto. Argh...
Quarto por mim mesma. Tem uma distância de três anos entre a primeira e a segunda vez que fui lá. E eu mudei. Não ando curtindo calor, nem comida em demasia, nem ficar parada relaxando em cima de uma espreguiçadeira a um preço tão alto. Acho que passei das fases do Resorts de praia, até porque minha filha já não anda me cansando, ao contrário, quero descobrir coisas novas junto com ela. Vou tentar uma viagem em contato com a natureza da próxima vez para ver se me encontro.
Fui, pela segunda vez, a um mesmo resort de praia maravilhoso na Bahia. Ao contrário das minhas altas expectativas, dessa vez eu não gostei da experiência. Primeiro pela comida. Na viagem, eu perdi o tesão pela comida. Ver aquele tanto de comida me dava uma certa náusea e eu não queria saber de camarão nem de frutos do mar. Farofa de dendê passou longe. Tudo bem que o fato de eu ter me enchido de gases e ter passado um dia inteiro com a sensação de empachamento ajudou.
Depois pelo cansaço. Sonhei em poder relaxar por não ter que funcionar em uma grade horária, como acontece quando somos mães e estudamos ou trabalhamos. Simplesmente levantar e deitar de maneira mais livre, sem horário, sem ter que pegar carro, sem ter que fazer passeios. Achei que seria o máximo. Ocorre que eu não me adaptei ao colchão do quarto do primeiro ao último dia. Então, além da coluna dolorida, dormi mal e passei o dia inteiro cansada e bocejando. Juntava o calor escaldante com a rede, daí eu não tinha disposição para nada mesmo, a não ser me entregar ao pecado da preguiça. Abri o Instagram para quê? Só para ficar com vontade de estar na neve nos Alpes Franceses onde o Gustavo Cerbasi está passando as férias com a família.
Terceiro pela limpeza. A parte mais importante no quarto do hotel para mim é o banheiro. Ele precisa ser novo e limpo, o vaso sanitário precisa cumprir satisfatoriamente seu papel. Bem, o vaso era fraco e precisou ser desentupido 2x. Fico boba com a força de sução dos vasos sanitários nos Estados Unidos, eles sugam até a alma. Nos resorts, poderia ser assim. Além disso, certo dia, senti muito nojo quando vi uma barata grande morta em nosso quarto. Argh...
Quarto por mim mesma. Tem uma distância de três anos entre a primeira e a segunda vez que fui lá. E eu mudei. Não ando curtindo calor, nem comida em demasia, nem ficar parada relaxando em cima de uma espreguiçadeira a um preço tão alto. Acho que passei das fases do Resorts de praia, até porque minha filha já não anda me cansando, ao contrário, quero descobrir coisas novas junto com ela. Vou tentar uma viagem em contato com a natureza da próxima vez para ver se me encontro.
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