Miracle Morning #dayseven
Domingo, 7:15 da manhã. Todos em casa dormem. Hoje, quando meu marido me viu de pé cedo, disse: "hoje é domingo, vamos dormir". O céu está nublado, mas o dia está claro, ainda não o suficiente para descer e correr (comecei ontem). As redondezas do bairro não são seguras e o bom senso recomenda aguardar um pouco mais antes de se aventurar na prática de atividades físicas, que é a única atividade que falta para eu completar meu ciclo. Peraí! Esqueci da leitura!
Sinto-me bem, disposta, feliz por mais um dia de compromisso. Mais relaxada do que de costume, pois não há pressão alguma para concluir as atividades no horário determinado. Coloquei o despertador para 5:00, mas não hesitei em apertar o botão soneca por uma vez. Eu estava com sono como nos demais dias, mas a dor na garganta que senti essa noite, indicando que minha imunidade diminuiu, simplesmente me fez pensar que talvez eu estivesse forçando muito a barra nesse início.
Por falar em forçar a barra, notei, nessa primeira semana de Miracle Morning, que eu comecei a ter uma dor de cabeça bem específica, que indica, pela minha experiência pessoal, falta de sono. O meu cérebro responde de uma maneira muito clara quando eu durmo menos do que deveria. E senti essa dor de cabeça logo pela manhã, durante a prática da meditação por exemplo.
Estou tomando meu café sem açúcar, bebida que ainda não consegui apreciar pura e, para disfarçar, adicionei canela e chocolate em pó. Já preparei meu smoothie com leite de soja, banana, mamão, espinafre, aveia e côco em pó e, pasmem, é tão bom quanto uma vitamina comum. Vou tomar quando voltar da corrida. São pequenas mudanças implementadas em minha vida desde a leitura do livro "Miracle Morning".
Estou no 8º dia, consciente de que está na fase da dificuldade em implementar um novo hábito. Hoje senti falta, mais do que nunca, de um parceiro de Miracle Morning, algo que é super recomendado por Hal, autor do livro. Olho ao meu redor para ver se teria alguém animado em aceitar o convite. Não vejo ninguém. Imaginei apenas uma mãe que mora na Alemanha e cujo blog gosto de seguir. Ou talvez eu deva entrar na comunidade virtual.
Eu gostaria muito que esse parceiro fosse meu marido. Gostaria de vê-lo mais animado e empolgado com a vida, menos preguiçoso e mais produtivo e ativo. Gostaria que ele fosse um exemplo para a minha filha nesse sentido também. Gostaria que tivéssemos isso em comum: o foco no desenvolvimento pessoal, o gosto pelos exercícios físicos e pela alimentação saudável. Quem sabe até isso poderia nos aproximar emocionalmente, já que sinceramente me sinto muito distante dele ultimamente. Eu simplesmente sei que ele não toparia o desafio, simplesmente porque veio de mim.
No entanto, saber que minhas ações poderão influenciar e inspirar no futuro a minha filha é uma fonte de motivação. Estou hoje desenvolvendo hábitos que jamais vi meus pais fazerem:
a) acordar cedo para se voltar para mim mesma, para o meu próprio desenvolvimento pessoal;
b) praticar meditação;
c) correr;
d) ter uma alimentação saudável. De manhã, estou comendo bem menos pão francês (algo que fez parte da minha vida) e dando lugar a refeições com tapiocas e cuscuz;
e) ler livros de desenvolvimento pessoal (minha mãe comprava livros de abuso moral, mais voltados para relacionamentos do que para esse tipo de assunto. De qualquer forma, não me recordo de ver a minha mãe melhorando como pessoa. Acho que ela não implementava as ações sugeridas nos livros);
f) preparar o próprio café em casa;
g) beber bastante água ao longo do dia, ao acordar e antes de dormir;
h) fazer afirmações a respeito de quem queremos nos tornar.
Sábado e domingo, até os dias de hoje, eram dias de preguiça e de produtividade zero. Eu simplesmente desperdiçava esses dias. Tinha a falsa crença de que eu deveria "descansar" aos sábados e domingos para ter energia e disposição para enfrentar a semana. Mas esse "descansar" se limitava a me distrair com entretenimentos que pouco agregavam à minha vida e a sensação de improdutividade e desperdício de tempo ao fim do dia era uma constante.
Fora que os sábados e domingos serviam, em muitos casos, para quebrar algum bom hábito que estava construindo ao longo da semana. Quantas foram as boas tentativas abandonadas? No início, empolgada! Depois, mais uma atividade abandonada... e a sensação de frustração e impotência dominavam minha mente. Eu desisti do TCU por conta de contabilidade.... Eu tinha um amigo que tinha muita facilidade e eu não... Eu me formei com menos de 8... e o que fiz? Pensei que aquilo não era para mim. Eu desisti.
Que seja diferente daqui para frente.
Sinto-me bem, disposta, feliz por mais um dia de compromisso. Mais relaxada do que de costume, pois não há pressão alguma para concluir as atividades no horário determinado. Coloquei o despertador para 5:00, mas não hesitei em apertar o botão soneca por uma vez. Eu estava com sono como nos demais dias, mas a dor na garganta que senti essa noite, indicando que minha imunidade diminuiu, simplesmente me fez pensar que talvez eu estivesse forçando muito a barra nesse início.
Por falar em forçar a barra, notei, nessa primeira semana de Miracle Morning, que eu comecei a ter uma dor de cabeça bem específica, que indica, pela minha experiência pessoal, falta de sono. O meu cérebro responde de uma maneira muito clara quando eu durmo menos do que deveria. E senti essa dor de cabeça logo pela manhã, durante a prática da meditação por exemplo.
Estou tomando meu café sem açúcar, bebida que ainda não consegui apreciar pura e, para disfarçar, adicionei canela e chocolate em pó. Já preparei meu smoothie com leite de soja, banana, mamão, espinafre, aveia e côco em pó e, pasmem, é tão bom quanto uma vitamina comum. Vou tomar quando voltar da corrida. São pequenas mudanças implementadas em minha vida desde a leitura do livro "Miracle Morning".
Estou no 8º dia, consciente de que está na fase da dificuldade em implementar um novo hábito. Hoje senti falta, mais do que nunca, de um parceiro de Miracle Morning, algo que é super recomendado por Hal, autor do livro. Olho ao meu redor para ver se teria alguém animado em aceitar o convite. Não vejo ninguém. Imaginei apenas uma mãe que mora na Alemanha e cujo blog gosto de seguir. Ou talvez eu deva entrar na comunidade virtual.
Eu gostaria muito que esse parceiro fosse meu marido. Gostaria de vê-lo mais animado e empolgado com a vida, menos preguiçoso e mais produtivo e ativo. Gostaria que ele fosse um exemplo para a minha filha nesse sentido também. Gostaria que tivéssemos isso em comum: o foco no desenvolvimento pessoal, o gosto pelos exercícios físicos e pela alimentação saudável. Quem sabe até isso poderia nos aproximar emocionalmente, já que sinceramente me sinto muito distante dele ultimamente. Eu simplesmente sei que ele não toparia o desafio, simplesmente porque veio de mim.
No entanto, saber que minhas ações poderão influenciar e inspirar no futuro a minha filha é uma fonte de motivação. Estou hoje desenvolvendo hábitos que jamais vi meus pais fazerem:
a) acordar cedo para se voltar para mim mesma, para o meu próprio desenvolvimento pessoal;
b) praticar meditação;
c) correr;
d) ter uma alimentação saudável. De manhã, estou comendo bem menos pão francês (algo que fez parte da minha vida) e dando lugar a refeições com tapiocas e cuscuz;
e) ler livros de desenvolvimento pessoal (minha mãe comprava livros de abuso moral, mais voltados para relacionamentos do que para esse tipo de assunto. De qualquer forma, não me recordo de ver a minha mãe melhorando como pessoa. Acho que ela não implementava as ações sugeridas nos livros);
f) preparar o próprio café em casa;
g) beber bastante água ao longo do dia, ao acordar e antes de dormir;
h) fazer afirmações a respeito de quem queremos nos tornar.
Sábado e domingo, até os dias de hoje, eram dias de preguiça e de produtividade zero. Eu simplesmente desperdiçava esses dias. Tinha a falsa crença de que eu deveria "descansar" aos sábados e domingos para ter energia e disposição para enfrentar a semana. Mas esse "descansar" se limitava a me distrair com entretenimentos que pouco agregavam à minha vida e a sensação de improdutividade e desperdício de tempo ao fim do dia era uma constante.
Fora que os sábados e domingos serviam, em muitos casos, para quebrar algum bom hábito que estava construindo ao longo da semana. Quantas foram as boas tentativas abandonadas? No início, empolgada! Depois, mais uma atividade abandonada... e a sensação de frustração e impotência dominavam minha mente. Eu desisti do TCU por conta de contabilidade.... Eu tinha um amigo que tinha muita facilidade e eu não... Eu me formei com menos de 8... e o que fiz? Pensei que aquilo não era para mim. Eu desisti.
Que seja diferente daqui para frente.
Just do it.
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