Fim da história
Seguinte. Aceito que a minha filha chame a esposa do meu pai de avó, aceito que ela brinque e que minha filha desenvolva um vínculo afetivo maior com ela do que com meu pai e mãe, que não são exatamente pessoas afetuosas. Mas daí a permitir que ELA TENHA O DIREITO DE ESTRAGAR A MINHA FILHA? Não. Não é não. E eu não vou dar flor nenhuma em gratidão por ela ter ficado com a minha filha. Se o preço para a minha filha ficar sob os cuidados dela for estragá-la, eu não aceito. Ponto final.
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