O Direito que abre portas
Tenho pensado muito sobre a minha vida profissional. Para começar, fiz uma faculdade de Jornalismo que não valeu de nada, foi uma grande perda de tempo e desperdício da minha vida. Nunca trabalhei nem quis trabalhar na área. Por que eu fiz? Eu passei anos da minha vida me preparando para uma prova, o vestibular.... E para fazer essa prova é preciso escolher um curso. Na dúvida, na falta de orientação, escolhi jornalismo.
Agora estou fazendo faculdade de Direito como se fosse a primeira graduação com o plus de que já sou servidora pública, ainda que de nível médio, em um órgão do Judiciário. Isso significa que eu já tenho emprego, já tenho uma certa experiência e contato com Direito e que, na pior das hipóteses, eu conseguiria trabalhar no gabinete, redigindo minutas de sentenças e com possibilidade de teletrabalho.
E as carreiras jurídicas? Na faculdade, a grande estrela é o juiz. Ele quem toma providências no processo, ele quem julga, ele decide, ele tem a palavra final, ele dá voz de prisão, ele é "o" cara. Além do concurso difícil, existe uma coisa que é necessário para ser juiz: vocação. Assim como para ser promotor, procurador, defensor, advogado...
São carreiras admiráveis paras as quais, no entanto, creio que não tenho vocação. Então como lutar por algo que não é meu sonho? Quanto mais cedo eu aceitar isso, melhor. A minha vocação é ter um trabalho que me assegure qualidade de vida e uma boa remuneração. E sei que, para isso, não precisaria estar fazendo o curso de Direito.
Creio que o curso de Direito tem me ensinado muito, pode me abrir muitas portas profissionais e aumenta sim as minhas chances de passar em concursos de nível superior com reais chances de eu trabalhar com algo de que goste.
Com essa percepção, acho que a minha postura daqui para frente tem que ser outra. Eu não preciso ficar bitolada nos estudos para a Faculdade, com aquela antiga obstinação de tirar 10 em tudo. E preciso ficar de olho no quem vem caindo em concursos e na jurisprudência do STF e do STJ. Foco e determinação.
Agora estou fazendo faculdade de Direito como se fosse a primeira graduação com o plus de que já sou servidora pública, ainda que de nível médio, em um órgão do Judiciário. Isso significa que eu já tenho emprego, já tenho uma certa experiência e contato com Direito e que, na pior das hipóteses, eu conseguiria trabalhar no gabinete, redigindo minutas de sentenças e com possibilidade de teletrabalho.
E as carreiras jurídicas? Na faculdade, a grande estrela é o juiz. Ele quem toma providências no processo, ele quem julga, ele decide, ele tem a palavra final, ele dá voz de prisão, ele é "o" cara. Além do concurso difícil, existe uma coisa que é necessário para ser juiz: vocação. Assim como para ser promotor, procurador, defensor, advogado...
São carreiras admiráveis paras as quais, no entanto, creio que não tenho vocação. Então como lutar por algo que não é meu sonho? Quanto mais cedo eu aceitar isso, melhor. A minha vocação é ter um trabalho que me assegure qualidade de vida e uma boa remuneração. E sei que, para isso, não precisaria estar fazendo o curso de Direito.
Creio que o curso de Direito tem me ensinado muito, pode me abrir muitas portas profissionais e aumenta sim as minhas chances de passar em concursos de nível superior com reais chances de eu trabalhar com algo de que goste.
Com essa percepção, acho que a minha postura daqui para frente tem que ser outra. Eu não preciso ficar bitolada nos estudos para a Faculdade, com aquela antiga obstinação de tirar 10 em tudo. E preciso ficar de olho no quem vem caindo em concursos e na jurisprudência do STF e do STJ. Foco e determinação.
Comentários
Postar um comentário