Minhas aulas, elogios e críticas
Uau! Nas próximas duas semanas, tenho cinco provas e tenho que entregar dois trabalhos. Por que, então, eu estou aqui escrevendo no blog no horário em que era para eu estar fazendo meu trabalho de Direito Penal, mais precisamente escrever sobre as Escolas Penais? Eu não estou conseguindo manter o foco, a atenção, a produtividade porque preciso, antes, elaborar algumas questões relacionadas à faculdade. Sim. Escrever me ajuda a elaborar isso. Vejamos.
Neste semestre, estou gostando de duas disciplinas: Direito Civil 1 e Teoria Geral do Estado. Eu tenho vontade de ir para a aula, de chegar no horário. Eu sinto que aprendo. Não sinto que estou perdendo meu tempo. Considero bons os professores, tanto em termos de conteúdo como de didática. As minhas anotações no caderno rendem bons resumos no computador, as leituras em livros e em textos realmente reforçam e complementam o que foi dito na aula, eles não usam slides de apresentações, eles contam histórias que nos envolvem nos temas e conceitos da disciplina, eles passam trabalhos edificantes, em que podemos aprender com eles.
Porém, estou tendo problemas com as outras três disciplinas. Em Processo Civil 1, o professor não tem conteúdo e é ainda pior de didática. A sorte é que posso entender a matéria com a ajuda de um bom livro. Na minha faculdade, não há a disciplina "Teoria Geral do Processo", assunto que deveria ser teoricamente tratado em Processo Civil 1. Creio que o professor não se atentou a isso, porque na terceira aula, ela fala sobre "Cooperação Internacional", um dos primeiros tópicos do novo Código de Processo Civil, já publicado, mas que entrará em vigor somente ano que vem. "Que ótimo! O professor está atualizado, não?" Bem, só tem um problema: é o meu primeiro contato "formal" com a disciplina e falar de cooperação internacional na terceira aula complica um pouco as coisas para mim.
Então, fui fazer a minha parte e comecei pelo clássico "Teoria Geral do Processo" da Ada Pellegrini Grinover. Li bastante coisa até. Só que a prova está chegando e creio que eu não li a parte que realmente interessa, exceto pelos princípios informadores do processo. Pior: eu ainda não sei qual a parte que interessa para a prova e é isso que pretendo descobrir na segunda-feira, quando terei aula de processo. Não vou me desesperar.
Em relação ao Direito Penal, o professor parece que está dando um resumão para a OAB sendo que é o meu primeiro contato formal com o tema, na forma de uma disciplina inserida dentro da ciência da dogmática-penal. Ele não fez uma necessária introdução do assunto. Sabe aquele negócio de preparar o terreno? Não houve uma contextualização e sistematização do assunto, o que, aliás, foi relegado a um trabalho, que, pelo menos, está servindo para me deixar menos perdida nessa história. Ele não conta histórias, ele dá exemplos atrás de exemplos e não pára de citar os artigos do Código Penal, parece até que numa espécie de exercício mnemônico. Os assuntos e conceitos são tratados de forma tópica e ele não estabelece uma relação entre eles, o que dificulta a assimilação da matéria. Ele despeja o conteúdo e se dá por satisfeito: "Já dei minha aula e agora vou resolver minha vida". Pelo menos, tenho um bom livro do assunto e estou conseguindo identificar alguns temas vomitados em sala.
Quanto à Psicologia Jurídica, essa é a pior. E rendem um post à parte.
Neste semestre, estou gostando de duas disciplinas: Direito Civil 1 e Teoria Geral do Estado. Eu tenho vontade de ir para a aula, de chegar no horário. Eu sinto que aprendo. Não sinto que estou perdendo meu tempo. Considero bons os professores, tanto em termos de conteúdo como de didática. As minhas anotações no caderno rendem bons resumos no computador, as leituras em livros e em textos realmente reforçam e complementam o que foi dito na aula, eles não usam slides de apresentações, eles contam histórias que nos envolvem nos temas e conceitos da disciplina, eles passam trabalhos edificantes, em que podemos aprender com eles.
Porém, estou tendo problemas com as outras três disciplinas. Em Processo Civil 1, o professor não tem conteúdo e é ainda pior de didática. A sorte é que posso entender a matéria com a ajuda de um bom livro. Na minha faculdade, não há a disciplina "Teoria Geral do Processo", assunto que deveria ser teoricamente tratado em Processo Civil 1. Creio que o professor não se atentou a isso, porque na terceira aula, ela fala sobre "Cooperação Internacional", um dos primeiros tópicos do novo Código de Processo Civil, já publicado, mas que entrará em vigor somente ano que vem. "Que ótimo! O professor está atualizado, não?" Bem, só tem um problema: é o meu primeiro contato "formal" com a disciplina e falar de cooperação internacional na terceira aula complica um pouco as coisas para mim.
Então, fui fazer a minha parte e comecei pelo clássico "Teoria Geral do Processo" da Ada Pellegrini Grinover. Li bastante coisa até. Só que a prova está chegando e creio que eu não li a parte que realmente interessa, exceto pelos princípios informadores do processo. Pior: eu ainda não sei qual a parte que interessa para a prova e é isso que pretendo descobrir na segunda-feira, quando terei aula de processo. Não vou me desesperar.
Em relação ao Direito Penal, o professor parece que está dando um resumão para a OAB sendo que é o meu primeiro contato formal com o tema, na forma de uma disciplina inserida dentro da ciência da dogmática-penal. Ele não fez uma necessária introdução do assunto. Sabe aquele negócio de preparar o terreno? Não houve uma contextualização e sistematização do assunto, o que, aliás, foi relegado a um trabalho, que, pelo menos, está servindo para me deixar menos perdida nessa história. Ele não conta histórias, ele dá exemplos atrás de exemplos e não pára de citar os artigos do Código Penal, parece até que numa espécie de exercício mnemônico. Os assuntos e conceitos são tratados de forma tópica e ele não estabelece uma relação entre eles, o que dificulta a assimilação da matéria. Ele despeja o conteúdo e se dá por satisfeito: "Já dei minha aula e agora vou resolver minha vida". Pelo menos, tenho um bom livro do assunto e estou conseguindo identificar alguns temas vomitados em sala.
Quanto à Psicologia Jurídica, essa é a pior. E rendem um post à parte.
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