Por que não vale à pena ser boazinha
Você é boazinha quando dois verbos são muito presentes em sua vida: PERMITIR e ACEITAR. Você permite e aceita coisas demais por medo do abandono. Você tenta, por exemplo, agradar seu marido em tudo para que ele nunca pense em te trair muito menos te abandonar. Para agradá-lo, decidi inclusive dar-lhe um filho, que apesar de você desejar, preferiria esperar um pouco mais. Essa postura é altamente reforçada pela religião que segue: a evangélica.
Passados alguns anos, ao fazer uma reflexão, você se dá conta de que não viveu o que a vida lhe deu para viver. E você entra em crise ao perceber que você se tornou uma pessoa levando uma vida totalmente diferente daquilo que tinha inicialmente imaginado para si. Você está frustrada, anulada, infeliz pois passou a vida passando por cima de sua própria identidade para agradar os outros.
A primeira grande lição é: ame-se e valorize-se. Quando a gente sabe o nosso valor, apesar das nossas imperfeições, a gente simplesmente não admite certas coisas, a gente não abaixa a cabeça para tudo, a gente não cede sempre, a gente se impõe mais, se dá mais o respeito. Resumindo, a gente não permite que, por medo, o outro tire aquilo que temos de mais importante: a nossa dignidade.
O processo de recuperação do amor próprio envolve, necessariamente, a aceitação da sua pessoa: você conhece seus pontos fortes e passa a valorizá-los e a se empenhar em que fiquem ainda melhores. Você também reconhece seus pontos fracos, sem se martirizar por ser imperfeita e sem se preocupar em que isso dê causa a futuras rejeições ou abandonos. Envolve também:
1) O resgate da autoestima;
2) O resgate da identidade;
3) O cultivo de relacionamentos saudáveis;
4) O rompimento de relacionamentos doentes;
5) A busca de sonhos e realizações.
São válidas todas as ações para o resgate da autoestima, da autoconfiança e do amor próprio:
1) Buscar o autoconhecimento, fazer terapia, descobrir sonhos e motivações e ir atrás deles;
2) Exercitar a assertividade, que é o equilíbrio entre o auto-respeito e o respeito ao próximo;
3) Praticar exercícios físicos;
4) Cuidar da apresentação pessoal;
5) Envolver-se em atividades prazeirosas, como ler, assistir um filme, comer uma boa comida, viajar, brincar com os filhos.
Passados alguns anos, ao fazer uma reflexão, você se dá conta de que não viveu o que a vida lhe deu para viver. E você entra em crise ao perceber que você se tornou uma pessoa levando uma vida totalmente diferente daquilo que tinha inicialmente imaginado para si. Você está frustrada, anulada, infeliz pois passou a vida passando por cima de sua própria identidade para agradar os outros.
A primeira grande lição é: ame-se e valorize-se. Quando a gente sabe o nosso valor, apesar das nossas imperfeições, a gente simplesmente não admite certas coisas, a gente não abaixa a cabeça para tudo, a gente não cede sempre, a gente se impõe mais, se dá mais o respeito. Resumindo, a gente não permite que, por medo, o outro tire aquilo que temos de mais importante: a nossa dignidade.
O processo de recuperação do amor próprio envolve, necessariamente, a aceitação da sua pessoa: você conhece seus pontos fortes e passa a valorizá-los e a se empenhar em que fiquem ainda melhores. Você também reconhece seus pontos fracos, sem se martirizar por ser imperfeita e sem se preocupar em que isso dê causa a futuras rejeições ou abandonos. Envolve também:
1) O resgate da autoestima;
2) O resgate da identidade;
3) O cultivo de relacionamentos saudáveis;
4) O rompimento de relacionamentos doentes;
5) A busca de sonhos e realizações.
São válidas todas as ações para o resgate da autoestima, da autoconfiança e do amor próprio:
1) Buscar o autoconhecimento, fazer terapia, descobrir sonhos e motivações e ir atrás deles;
2) Exercitar a assertividade, que é o equilíbrio entre o auto-respeito e o respeito ao próximo;
3) Praticar exercícios físicos;
4) Cuidar da apresentação pessoal;
5) Envolver-se em atividades prazeirosas, como ler, assistir um filme, comer uma boa comida, viajar, brincar com os filhos.
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