A escola da minha filha

Está aí uma daquelas decisões que precisam ser bem pensadas, com informação, visitas, impressões e troca de experiências com outros pais. Atualmente, minha filha estuda numa escola voltada para a Educação Infantil. Só dá para a gente sentir a escola na prática.

Vantagens:

- próximo de casa.
- pequena, em que quase todo mundo se conhece.
- excelente cardápio, saudável, acompanhado por nutricionista.
- boa limpeza e organização.
- o espaço para comer é convidativo, claro.
- mantém hábitos de higiene como lavar as mãos antes e depois das refeições e escovar os dentes após as refeições.
- atividades desenvolvidas, como histórias, música, parque de areia, pintura e hora do repouso.
- espaço seguro para o desenvolvimento das crianças.
- segurança contra estranhos.
- exposição de trabalhos desenvolvidos pelos alunos em murais da escola.

Desvantagens:

- é cara.
- o espaço físico é com certeza o ponto mais negativo. As salas são pequenas, então não há espaço para as crianças se movimentarem com liberdade. Isso influi no humor das crianças e no daqueles que cuidam das crianças. E praticamente não há área externa com sol, verde, árvore. Isso, por exemplo, é fundamental para eu não surtar. Alguns pais acham isso uma vantagem no sentido de evitar doenças e aumentar o controle... O parquinho fica no subterrâneo, sem claridade. Eu não gosto nenhum pouquinho disso...
- pouco feedback da escola em relação à criança, comunicação ruim, não sei o tema trabalhado durante a semana para que eu possa explorar o assunto com minha filha em casa, a agenda não é rica em informações.
- a escola não promove palestras nem oficina com educadores, pedagogos, que possam trazer esclarecimentos aos pais na difícil tarefa de educar os filhos.

O termômetro é ver se minha filha está bem, está feliz, se ela sente falta da escola e saber se eu estou em paz, tranquila quando deixo minha filha na escola. Isso está em primeiro lugar. Eu dou muita importância para o desenvolvimento social e emocional da criança, não somente o intelectual. Até porque não tem como aprender novas coisas com a criança se sentindo mal, pouco confiante, ansiosa ou outra coisa assim.

Um bom texto da Folha sobre a escolha das escolas aqui.

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