O rótulo do bebê bonzinho
Não. Minha filha não foi enquadrada entre os bebês bonzinhos. Aqueles que ficam quietinhos, se entretendo com algum brinquedinho novo, enquanto a mãe almoça ou toma banho. Sabe... muitas mães de bebês bonzinhos se gabam por seus filhos serem assim... como se isso fosse um atestado de que são boas mães.
Minha filha sempre foi muito inquieta... daqueles bebês que choraram muito... um choro alto, forte e por tudo. Desde que completou 1 mês de vida. E eu não sabia o que fazer para parar com aquele choro... Só colocava ela no colo e a embalava, às vezes por 1, 2 até 3 horas, muitas vezes com a ajuda de um sling ou ergobaby. Para acordar dali a meia hora por qualquer barulhinho. Eu ficava um bagaço.... Esse choro não me deixava raciocinar e me deixava extremamente irritada...
Uns dizem que é porque o bebê sente o ambiente em que está... Outros dizem que o estado da mãe durante a gestação influencia. Bem, o que não falta é palpite e, para ser bem franca, tanto faz, porque no fim das contas o resultado era o mesmo: choro, choro, choro.
A partir dos 5 meses, isso foi melhorando aos poucos... eu sentia uma sensível diferença mês a mês. Ela aprendia a não chorar por tudo, ela aprendia a pedir, a chamar.
Depois de algumas leituras e da experiência que eu ia tendo com minha filha, passei a suspeitar que esse choro era de SONO. Minha filha tinha uma dificuldade de relaxar e de se entregar ao sono... Ela precisava desesperadamente aprender a DORMIR. Quando descobri que ela dormia facilmente na cadeirinha do carro, passei a andar quase todas as noites de carro para fazê-la dormir. Nossa! Foi maravilhoso contar com esse recurso para fazer a minha filha dormir...
Por outro lado, minha filha comia maravilhosamente bem (e isso é um descanso indescritível para uma mãe) e passou a dormir a noite toda a partir dos 4 meses... Quando eu disse isso para uma colega, ela falou: eu tenho dó de deixar minha filha chorando no berço. Quem disse que eu deixei? Minha filha sozinha foi aumentando, gradativamente, as horas de sono e esse período maior de sono passou a coincidir com o período noturno.
Minha filha sempre foi muito inquieta... daqueles bebês que choraram muito... um choro alto, forte e por tudo. Desde que completou 1 mês de vida. E eu não sabia o que fazer para parar com aquele choro... Só colocava ela no colo e a embalava, às vezes por 1, 2 até 3 horas, muitas vezes com a ajuda de um sling ou ergobaby. Para acordar dali a meia hora por qualquer barulhinho. Eu ficava um bagaço.... Esse choro não me deixava raciocinar e me deixava extremamente irritada...
Uns dizem que é porque o bebê sente o ambiente em que está... Outros dizem que o estado da mãe durante a gestação influencia. Bem, o que não falta é palpite e, para ser bem franca, tanto faz, porque no fim das contas o resultado era o mesmo: choro, choro, choro.
A partir dos 5 meses, isso foi melhorando aos poucos... eu sentia uma sensível diferença mês a mês. Ela aprendia a não chorar por tudo, ela aprendia a pedir, a chamar.
Depois de algumas leituras e da experiência que eu ia tendo com minha filha, passei a suspeitar que esse choro era de SONO. Minha filha tinha uma dificuldade de relaxar e de se entregar ao sono... Ela precisava desesperadamente aprender a DORMIR. Quando descobri que ela dormia facilmente na cadeirinha do carro, passei a andar quase todas as noites de carro para fazê-la dormir. Nossa! Foi maravilhoso contar com esse recurso para fazer a minha filha dormir...
Por outro lado, minha filha comia maravilhosamente bem (e isso é um descanso indescritível para uma mãe) e passou a dormir a noite toda a partir dos 4 meses... Quando eu disse isso para uma colega, ela falou: eu tenho dó de deixar minha filha chorando no berço. Quem disse que eu deixei? Minha filha sozinha foi aumentando, gradativamente, as horas de sono e esse período maior de sono passou a coincidir com o período noturno.
Lembro-me a primeira vez que ela dormiu 5 horas seguidas... Inacreditável. É claro que quando está doente... ela não dorme a noite inteira. Nem eu. Mas isso é exceção. Uma observação importante: minha filha só começou a dormir mais horas seguidas depois da introdução da mamadeira de leite (complemento), depois que eu não estava produzindo leite suficiente até finalmente meu leite secar.
DORMIR é uma coisa extremamente importante para a minha sanidade mental. Sem brincadeira. Então eu dava graças a Deus por ela dormir de 20h às 6h da manhã... Para mim, era a prova da existência de Deus. Eu poderia, enfim, descansar.
Tenho uma outra colega que estava dizendo que Deus sabia o que fazia porque tinha lhe dado um menino: ela rapidinho arrumava o cabelo dele e estava pronta para sair de casa. De fato, eu demoro de 20 a 30 minutos arrumando a minha filha para a escolinha e o maior trabalho é com o cabelo enrolado dela. Mas não vejo isso como uma desvantagem... muito menos como um desfavor de Deus.
Enfim, ter um bebê bonzinho não é tudo, não é nem metade. É só uma parte e ainda passageira a que rotularam um certo tipo de bebê. É claro que essa inquietação é muitas vezes, acertada ou equivocadamente, associada a motivos psicológicos e até mesmo espirituais, o que muitas vezes só mina ainda mais a confiança da mãe já insegura por seu bebê chorar tanto.
Com isso, não se quer dizer para negligenciar esses fatores que podem ser reais. Mas eles também podem ser irreais. E apenas a mãe poderá, lá no fundo, discernir esses fatores.
DORMIR é uma coisa extremamente importante para a minha sanidade mental. Sem brincadeira. Então eu dava graças a Deus por ela dormir de 20h às 6h da manhã... Para mim, era a prova da existência de Deus. Eu poderia, enfim, descansar.
Tenho uma outra colega que estava dizendo que Deus sabia o que fazia porque tinha lhe dado um menino: ela rapidinho arrumava o cabelo dele e estava pronta para sair de casa. De fato, eu demoro de 20 a 30 minutos arrumando a minha filha para a escolinha e o maior trabalho é com o cabelo enrolado dela. Mas não vejo isso como uma desvantagem... muito menos como um desfavor de Deus.
Enfim, ter um bebê bonzinho não é tudo, não é nem metade. É só uma parte e ainda passageira a que rotularam um certo tipo de bebê. É claro que essa inquietação é muitas vezes, acertada ou equivocadamente, associada a motivos psicológicos e até mesmo espirituais, o que muitas vezes só mina ainda mais a confiança da mãe já insegura por seu bebê chorar tanto.
Com isso, não se quer dizer para negligenciar esses fatores que podem ser reais. Mas eles também podem ser irreais. E apenas a mãe poderá, lá no fundo, discernir esses fatores.
Comentários
Postar um comentário